A primeira edição da Prova Nacional Docente (PND), conhecida como “CNU dos professores”, teve 65% dos que participam considerados proficientes, ou seja, com resultado acima de 50 pontos. Os resultados foram divulgados na próxima quarta (20/5) através do ministro da Educação, Leonardo Barchini.
Conforme dados do Ministério da Educação (MEC), com o auxílio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a primeira edição da PND contou com mais de 1 milhão de cadastrados e conseguiu 70% de participação.
Entre os que participam, 65% atingiram o nível de proficiência (acima de 50 pontos), o que equivale a 492 mil professores.
“Os resultados mostram que o Brasil tem profissionais qualificados para suprir a demanda de professores. O governo quer estimular que mais entes participem, porque o ensino melhora quando a gente seleciona e qualifica melhor os profissionais”, destacou Leonardo Barchini. Dentre as regiões avaliadas, ciências humanas se evidenciam com 80,2% dos que participam alcançando a média de proficiência, seguido através da pedagogia, com 62,8%. A matemática teve um desempenho desafiador, com somente 45,9%.
Cronograma 2026 O Ministério da Educação informou, também, a data da segunda edição do PND e os prazos de inscrição:
Adesão dos entes federados: até o dia 31 de maio; Inscrições dos candidatos: 22 de junho a 3 de julho; Aplicação da PND: 20 de setembro; Difusão dos Resultados: dezembro. Sobre a PND A PNS será aplicada todos os anos e é voltada a concluintes de licenciaturas e já licenciados. O cadastramento é obrigatória para todos os estudantes de cursos de licenciatura habilitados à avaliação teórica e prática, vinculados às regiões avaliadas, conforme critérios de habilitação determinados em edital.
As provas foram aplicadas em 26 de outubro do ano passado, com duração de 5h30. Ao todo, 1.086.914 de pessoas se inscreveram, sendo São Paulo o estado com o maior número de que participam (253.895), seguido de Minas Gerais (97.113) e Rio de Janeiro (72.230).
O resultado conseguirá ser usado pelos professores em seleções da rede básica de ensino, de forma que os entes públicos estabelecerão como melhor desfrutar as notas. Além de tudo, o desempenho também servirá para avaliação dos cursos de licenciaturas, no âmbito do Exame Nacional de Desempenho dos Alunos (Enade).
Com informações Metropoles


